Obrigada a todos os Benjamins e papás pelos momentos emocionantes e fantásticos que me proporcionaram!

 

Vou deixar aqui um excerto de um poema, de Álvaro Magalhães, que dedico a todos com amizade:

“Para que serve a poesia?
Serve para haver poesia.
Para o homem ser um homem.
Para o gato ser um gato.
Para a flor ser uma flor.
Não fosse ela, a poesia,
e não nascia o Sol.
Tudo o que havia
era uma noite eterna,
escura e fria.
É por haver poesia,
que os dias são dias.
Isso eu sei.
E tu, sabias?”

 

Aproveito para lembrar que vocês são a melhor Poesia…

Recordação Final

Recordação Final

Publicado por: Beatriz Dinis | 1 Junho 2012

Dia da Criança

Jazz Trocado Em Miúdos

“Há tantas coisas no mundo que eu gosto
e sem as quais não posso viver.
São tantas, tantas
que eu penso e aposto
não ser capaz de as saber dizer.
Gosto de rir, de correr e saltar
dos passarinhos que eu ouço a cantar.
Gosto de ir pelos campos em flor
e pelas montanhas tão cheias de cor.
Gosto de cromos, de computadores…
Da nossa história, de navegadores.
Gosto de tudo o que me faz sonhar
montes de coisas que eu quero cantar.
É tão simples ser feliz, pois
seja como for
são pequenas coisas que fazem da vida um hino de paz e amor.”

 

Publicado por: Beatriz Dinis | 23 Maio 2012

Alunos visitam Alcobaça e Nazaré

No dia 18 de maio, os alunos do 4º ano da Escola Básica da Sertã fizeram uma visita de estudo a Alcobaça e Nazaré.

Reunimo-nos ao pé do portão e quando os dois autocarros chegaram às 9horas, entrámos juntamente com os nossos professores, algumas funcionárias e ainda os alunos do 1ºC. Estávamos desejosos que a viagem começasse!

A primeira paragem foi em Pombal, para comermos o lanche da manhã. Entretanto, como o nosso autocarro tinha uma avaria, o condutor aproveitou para o levar a uma oficina. Felizmente o arranjo foi rápido e pudemos continuar a nossa viagem.

Quando chegámos a Alcobaça, fomos logo visitar o famoso Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça, onde vimos os túmulos de D. Pedro e D. Inês. Adorámos a cozinha com as suas altíssimas chaminés.

Como já estávamos com fome, almoçámos no Parque do Valado dos Frades. Fizemos um piquenique em que trocámos as merendas uns com os outros. Foi um momento muito divertido.

Seguimos viagem em direção ao mar e parámos no Sítio, um local elevado de onde se vê a praia da Nazaré e que está relacionado com a lenda de D. Fuas Roupinho. Foi espetacular a descida de ascensor até à praia. Adorámos! Em seguida demos um passeio pela marginal e comemos um delicioso gelado.

Regressámos aos autocarros. A viagem para a Sertã foi muito divertida; ouvimos música, cantámos e jogámos às cartas. Chegámos cansados, mas contentes porque a visita de estudo foi animada e com ela aprendemos coisas interessantes.

Nós adorámos esta visita e esperamos ansiosamente que chegue a próxima.

Calvin Wilming, 4ºK

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Publicado por: Beatriz Dinis | 6 Maio 2012

João de Sousa Teixeira

Qualquer coisa a respeito de João de Sousa Teixeira…

Começando pelo fim, João de Sousa Teixeira respira poesia.

Nasceu em 1952, em Castelo Branco.

Já publicou: “Inocências”, “Ro(s)tos do meu país”, “Corpo de poema”, “Súbita Floresta”, entre outros livros.

Participa assiduamente em tertúlias, saraus e Oficinas de Escrita.

Com este poeta aprendemos que a Poesia é filha do Mote(pai) e da Metáfora(mãe).

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A minha professora

dá-me o mundo inteiro

em números e letras

em troca dos meus sorrisos

e desenhos de borboletas.

 

A minha professora

tem cabelos compridos

como uma princesa

e os olhos refulgentes

como a natureza.


A minha professora

é linda e eu gosto dela

e ela de mim

não tenho mais palavras

gosto dela porque sim.

 

João de Sousa Teixeira

Publicado por: Beatriz Dinis | 22 Abril 2012

Dia da Terra

Um compromisso na preservação do ambiente e na sustentabilidade da Terra.

Publicado por: Beatriz Dinis | 14 Março 2012

Encontro com Carlos Campos

Carlos Campos na sua Sessão

Foto com o escritor Carlos Campos

(mais informações na página Leitores do Mundo)

Publicado por: Beatriz Dinis | 4 Março 2012

Carlos Campos

O autor com o qual iremos ter um encontro.

Nasceu no Rio de Janeiro
e veio para Portugal.
Ele é brasileiro
e ninguém o trata mal.

Dedicou-se  ao cinema
a arte foi sempre o seu lema.
Agora é escritor 
e também ilustrador.

Inventou as histórias  do Draguim
com belas personagens.
Ilustrou “O vampiro Valentim”
com divertidas imagens.

Há informações pertinentes aqui:
Publicado por: Beatriz Dinis | 1 Março 2012

Poema da turma K

Os alunos do 4ºk

Na EBS estão inseridos.

Às vezes brincam à socapa

Mas sempre muito queridos!

 

A nossa turma é trabalhadora

Mas arranja problemas à professora!

A nossa turma também é conversadora

E depois…depois, fica muito interlocutora…!

 

Nós gostamos da Língua Portuguesa

Tem casos gramaticais.

O problema é que são cada vez mais…

O nosso saber, assim, torna-se uma riqueza!

 

Nós gostamos de Matemática

Pois ela é simpática.

Efetuamos muitas operações

Resolvemos problemas aos milhões…

 

Nós gostamos de Estudo do Meio

E até ficamos com o cérebro cheio…!

Aprendemos a História de Portugal

Da Monarquia à República, em geral…!

 

Nós gostamos das áreas das Expressões

Damos asas à nossa imaginação…!

É aqui que manifestamos as nossas emoções!

É aqui que se vê o nosso coração!

Como gostamos de tudo!

É verdade somos uns sortudos!

Estamos todos, todos, no ar

Mas o nosso poema tem de acabar…!

 

4ºK,EBS

Feito com a colaboração do professor Joaquim Courela

Publicado por: Beatriz Dinis | 14 Fevereiro 2012

Turma K :)

Olhem só para o lanche da Patrícia,

parece ser uma delícia.

E o da Fabiana,

que até traz uma banana.

Já o do Vasco,

parece o do rei do país basco.

E o Daniel,

esqueceu-se outra vez do farnel.

A Gabriela,

anda sempre na dela.

Não liga ao Alexandre,

por ele não ser grande.

O André,

tem um jacaré.

E o José,

que tropeça no seu pé.

A Rita,

gosta de fazer a letra pequenita.

E reclama o Miguel,

que não vê nada no papel.

O Calvin é alemão,

mas a português é um sabichão.

As Catarinas são a dobrar,

deste duelo qual sai a ganhar?

Da equipa do Bernardo,

faz parte o Ricardo.

o João,

no jogo era o capitão.

Marcou falta ao Rodrigo,

por se meter comigo.

Para o Farinha,

guardei a última linha.

Eu sou o Pedro poeta,

e fiz a história completa.

Da turma feliz,

por ter a professora Beatriz.

 Autor: Pedro Gomes

Publicado por: Beatriz Dinis | 1 Fevereiro 2012

Diálogos im(prováveis)…

“A discussão do material” por Miguel Dias

Lápis – Borracha já estou farto que apagues os meus desenhos!
Borracha – É o meu dever.
Folha – Compasso, porque é que me estás sempre a picar o rabo?
Compasso – Esqueceste-te, eu também o estou sempre a riscar…
Folha e Lápis – Já chega! Isto é demais!!!
Folha – Au! Au! Au!
Lápis – Pára de apagar as minhas obras de arte.
Yac – Parem já com isso. Borracha, pára de apagar as artes do lápis. E tu compasso pára de picar o rabo da folha.
Borracha e Compasso – Desculpem.

“O Esqueleto e o Yac” por João Pedro Pereira

Esqueleto – Yac, de que planeta é que tu és?
Yac – Eu sou do planeta Beijinho, não pertence ao Sistema Solar.
Esqueleto – Eu sempre vivi cá, no planeta Terra e agora estou aqui, nesta sala. O meu dono é o Miguel e já fiquei sem um braço.
Yac – Esqueleto, queres que te conte metade da história da minha vida?
Esqueleto – Sim, sim…
Yac – Só te vou dizer que derrotei um monstro dando-lhe um beijinho. O resto é segredo.

“O mundo da fantasia” por Pedro Gomes

No mundo da fantasia, as personagens podem falar, dançar, chorar, brincar…
Era uma vez a turma K do 4º ano que frequenta a Escola dos Sonhos. Na Escola dos Sonhos existe tudo o que sonhamos e às vezes, tudo fala.
O computador diz: – Ninguém me desliga, estamos em crise e temos de poupar.
O carregador dele responde: – Eu até me desligava, mas depois não sobrevivia ao choque que iria apanhar. Yac!
Yac – Diz…mas eu agora estou a brincar com a neve, não pode ser depois?
O Cuquedo chega de seguida sem fazer barulho e diz: – BUUUU!!!! Devo ter-vos assustado muito. Ah! Ah! Ah!
Todas as personagens gritaram: – Que grande susto!
O computador, o carregador, o Yac e o Cuquedo dizem: – Vitória, vitória, acabou-se a história. Perlimpimpim, a história chegou ao fim.

“A bola esquecida” por Calvin Wilming

Naquela manhã, a campainha tocou e os rapazes foram a correr para a sala. No campo de futebol ficou uma bola esquecida, no canto de uma baliza.
– Então, bola, parece que estás triste!
– Pois estou. O meu dono já não me liga…. – respondeu a bola.
– mas ainda há pouco vi os rapazes marcarem muitos golos contigo. O melhor golo que eu vi foi marcado pelo teu dono, o Alex.
– Pois, foi um grande golo! Ele rematou à barra e eu entrei em ti! – exclamou a bola.
– Ainda me dói a cabeça, ele rematou com tanta força…
– Não estejas infeliz porque daqui a cinco minutos vão jogar outra vez contigo!
– Foi bom falar contigo!
No recreio seguinte, a bola entrou três vezes na sua amiga baliza.

 

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